É elegante você ler este texto, mais elegante ainda é vivê-lo.
Abraços,
Simoninha (tenta, mas nem sempre é elegante).
A ELEGÂNCIA DO COMPORTAMENTO
Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.
É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto. É uma elegância desobrigada.
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam. Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.
É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas, por exemplo. Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É possível detectá-la em pessoas pontuais.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.
Oferecer flores é sempre elegante. É elegante não ficar espaçoso demais.
É elegante você fazer algo por alguém, e este alguém jamais saber o que você teve que se arrebentar para o fazer... porém, é elegante reconhecer o esforço, a amizade e as qualidades dos outros.
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante retribuir carinho e solidariedade.
É elegante o silêncio, diante de uma rejeição...
Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.
Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante. É elegante a gentileza.
Atitudes gentis falam mais que mil imagens... Abrir a porta para alguém é muito elegante... Dar o lugar para alguém sentar... é muito elegante... Sorrir, sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma... Oferecer ajuda... é muito elegante... Olhar nos olhos, ao conversar é essencialmente elegante...
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural pela observação, mas tentar imitá-la é improdutivo. A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social. Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os desafetos é que não irão desfrutá-la.
Adaptação de texto extraído do Livro: EDUCAÇÃO ENFERRUJA POR FALTA DE USO [pintor francês e deficiente físico, Henri TOULOUSE LAUTREC (1864-1901).
* Quase duas da manhã e ainda não dormi
* Em m
* Está fazendo frio e meu cabelo ainda não secou
* Esqueci de calçar meia e por isso ganhei duas bolhas
* Decidi não ser mãe pelo m
* Ser tia tem sido suficiente para satisfazer minhas necessidades maternais
* Percebi que quanto mais penso que devo dormir cedo m
* Estou lendo “Pais brilhantes, Professores fascinantes” de Augusto Cury
* Li antes o “As cinco pessoas que você encontra no céu” de Mitch Albom (chorei sim, e daí?)
* Os dois são ótimos, sem comparação, cada um com suas particularidades
* Quero ler algum do José Saramago depois desse do Cury, para variar
* Antes desses li dois que fogem totalmente do conceito “santo”, mas como sempre digo, saber nunca é demais...
* Em breve terei “Mulher de Minutos” da Mônica Montone
* Ler vicia, não quero me curar desse vicio
* Dormir é perder tempo, mas não podemos prescindir
* Percebi que preciso escrever mais, é mais que prazer, é necessidade
* Tenho que aprender a controlar essa erupção de pensamentos, aprender a não me preocupar demais falando de m
* A cada dia que passa tenho mais certeza que odeio contabilidade, mas decidi fazer o melhor, afinal alimentar essa aversão não resolve, apenas piora
* Quando escrevo tudo parece tão simples, e percebo que de fato é, como se eu precisasse concretizar o que se passa na mente para assim “ver” de fato aquilo que outrora só via com os olhos da imaginação, e estes têm o poder de dar um aspecto monstruoso a pequenas coisas
* Parece neurose eu sei, mas quem não é neurótico em alguma coisa que atire a primeira pedra, afinal cada um lida com os problemas de uma forma diferente, e essa diversificação que nos ensina e me fascina
* Para finalizar estes asteriscos de uma vez, o chato é que enquanto não desligo o PC minha mãe não dorme (cochila e acorda perguntando, com aquela voz do tipo vai dormir logo, se estou acordada), e como eu disse, apesar de eu pensar que dormir é perder tempo, não tem jeito mesmo, então por livre e espontânea pressão, boa noite
* Mas deixo claro que continuo sem sono, mas vou pra cama, quem sabe se eu conversar com carinho com o sono ele resolve sair da toca
* Registre-se, 02h30, documento salvo para ser publicado amanhã, melhor dizendo, daqui a pouco. E vamos ver como será o papo com meu amigo oculto, sono. Acrescentarei quando postar um “P.S.” dizendo como foi.
* Agora sim, boa noite!
P.S. última vez que olhei no relógio de pulso com o auxílio da luz que acende nele, aliás uma luz verde que eu acho no mínimo chamativa, marcava quase três, depois escuro e despertador tocando. Bom dia!
TPM?
Ainda estou sem bike, o que sinceramente não me deixa abalada, a gente acostuma ficar com a do irmão por uns tempos, vai ser só por uns tempos mesmo, mês que vem arrumo a minha.
Mas mudando de assunto, assim, do nada...só umas perguntas, é que falar sobre me faz esquecer um pouco, então vamos lá...
É TPM??
Chorar sem motivo aparente;
ficar triste de repente;
ligar pra uma amiga esperando um "amo você";
desligar o telefone com uma sensação de vazio enorrrrmeee
e outras coisinhas mais...
Maldita TPM, só pode....não encontro outra explicação, é sempre assim, toda vez, a culpa é dela, e eu como fico nessa história? Sem respostas, mais uma vez.
Escrito ao som de Hillsong
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