Teu abraço ó Deus...

Venha, abraçar-me de novo

me cansei do cansaço

eu me lanço em Seus braços de amor

 

Venha, simplesmente me entrego

Sua presença é sossego e paz

eu quero é mais do Seu grande amor

 

Outras vozes me chamam

os ruídos me enganam

mas tão logo percebo

Seu afeto e me apego

eu me entrego (eu me entrego)

eu me entrego (eu me entrego)

eu me entrego

eu me entrego

(Venha - Vineyard)

 

 

Mais que um sonho, uma realidade!

É parece mesmo que eu gosto de abraço, abraço neste blog é algo que não falta...rs, mas fala sério, nada melhor que um abraço sincero, não é mesmo? Ainda mais dado por Deus, nada se compara, nada mesmo.

Então não poderia faltar meu abraço e meu desejo que todos tenham um ótimo fim de semana!

O Que os outros vão pensar?

Martha Medeiros

É admirável o esforço que os meios de comunicação estão fazendo para conscientizar a sociedade sobre a importância de proteger as crianças. Mas, pra ser franca, quando eu era pequena não tinha medo nenhum de bicho-papão, mula-sem-cabeça ou de bruxa malvada. Quem me aterrorizava era outro tipo de monstro. Eles atacavam em bando. Chamavam-se Os Outros. Nada podia ser mais danoso que Os Outros. As crianças acordavam de manhã já pensando neles. Quer dizer, as crianças não: as mamães. Era com Os Outros que elas nos ameaçavam caso não nos comportássemos direito. Se não estudássemos, Os Outros nos chamariam de burros. Se não fôssemos amigos de toda a classe, os Outros nos apelidariam de bicho-do-mato. Se não emprestássemos nossos brinquedos, Os Outros nunca mais brincariam conosco. E o pior é que as mães não mantinham a lógica do seu pensamento. "Mas mãe, todo mundo dorme na casa dos amigos" "Eu lá quero saber dos Outros? Só me interessa você!" Era de pirar a cabeça de qualquer um. Não víamos a hora de crescer para nos vermos livres daquela perseguição.

Veio a adolescência, e que desespero: descobrimos que os Outros estavam mais fortes do que nunca, ávidos por liquidar com nossa reputação. "Você vai na festa com esta calça toda furada? O que Os Outros vão dizer?" "Filha minha não viaja sozinha com o namorado, não vou deixar que vire comentário na boca dos Outros".  Não tinha escapatória: aos poucos fomos descobrindo que os outros habitavam o planeta inteiro, estavam de olho em todas as nossas ações, prontos para criticar nossas atitudes e ferrar com nossa felicidade.

Hoje eles já não nos assustam tanto. Passamos por poucas e boas e, no final das contas, a opinião deles não mudou o rumo a nossa história. Mas ninguém em sã consciência pode se considerar totalmente indiferente a eles. Os outros ainda dizem horrores de nós. Ainda têm o poder de nos etiquetar, de nos estigmatizar. A gente bem que tenta não levá-los a sério, mas sempre que bate uma vontade de entregar os pontos ou de chorar no meio de uma discussão, pensamos: "Não vou dar este gostinho para Os Outros."


Sinceramente fiquei até sem palavras depois dessa mensagem, é bem isso que acontece, querendo ou não sempre pensamos o que os outros vão pensar, deixamos de fazer ou fazemos por isso, e assim vamos vivendo debaixo da opinião do outro.

E vocês o que pensam sobre isso? Ou não pensam nada?

Abraço de Deus

É uma avó que conta que certo dia sua filha lhe telefonou do
pronto-socorro. Sua neta, Robin, de apenas seis anos, tinha caído de um
brinquedo no pátio da escola e havia ferido gravemente a boca. A avó foi
buscar as irmãs de Robin na escola e passou uma tarde agitada e muito
tensa, cuidando das crianças, enquanto aguardava que a filha retornasse
com a menina machucada. Quando finalmente chegaram, as irmãs menores
de Robin correram para os braços da mãe.
 
Robin entrou silenciosa na casa e foi se sentar na grande poltrona da sala
de estar. O médico havia suturado a boca da menina com oito pontos
internos e seis externos. O rosto estava inchado, a fisionomia estava
modificada e os fios dos cabelos compridos estavam grudados com sangue
seco.

A garotinha parecia frágil e desamparada. A avó se aproximou dela com o
máximo cuidado. Conhecia a neta, sempre tímida e reservada.
- Você deseja alguma coisa, querida?, perguntou.

Os olhos da menina fitaram a avó firmemente e ela respondeu:
- Quero um abraço.

À semelhança da garotinha machucada, muitas vezes desejamos que alguém
nos tome nos braços e nos aninhe, de forma protetora. Quando o coração
está dilacerado pela injustiça, quando a alma está cheia de curativos para
disfarçar as lesões afetivas, gostaríamos que alguém nos confortasse. Quando
dispomos de amores por perto, é natural que os busquemos e peçamos:
"Abrace-me. Escute-me. Dê-me um pouco de carinho".
Contudo, quando somos nós que sempre devemos confortar os outros,
mais frágeis que nós mesmos, ou quando vivemos sós, não temos a quem
pedir tal recurso salutar.


P.S. Um abraço especial para minhas amigas Juliana e Milena que completam hoje mais um ano de vida, sei que vocês não estão ficando velhas, e sim experientes! hahaha , que Deus abençoe vocês! Ah sim, o presente claro, quase me esqueci, quer melhor presente do que euzinha?!?! Não é um GRANDE presente, mas de quebra vocês ganham a AMIZADE! hehehe, tá valendo?!?! [muitos risos, gargalhadas! hahahaha]

Acrescentando...ai ai que cabeça, hoje também é o dia de um amigo muito especial, Fernando, outro abraço mais que especial pra você Fofinho! Desculpe o esquecimento...rs 

Férias! Será, seeeráaaaa, seeeeeráaaaaaaaaa

Não será, já é!!! Iuuuuupiiiiiiiiii....yes!

 

Bom, não posso dizer, nossa que FÉRIAS!!! Mas pelo menos à noite estou de bobeira em casa, não vou dormir com as galinhas também, mas ficar em casa cansa menos que ir pra Faculdade e voltar as 23:00hs e dormir bem tarde e ainda preocupada com o trabalho que tem que entregar no dia seguinte e sequer metade está pronto, ou então dormir em cima da apostila e acordar de madrugada com frio e ver que a luz ainda está acesa, neste exato momento sua mãe grita lá do quarto perguntando se você ainda acordado, eu sem hesitar falo "claro mãe, estou estudando" e não passa nem dois minutos apago a luz, nem lembro do pijama e viro pro canto, a quem eu tento enganar nessas horas, minha mãe ou eu??? Ela eu até engano, mas eu, não tem jeito, fala sério.... “Brincar é condição fundamental para ser sério” (Arquimedes), acho que eu tenho brincado o suficiente, está na hora de brincar de ser séria, “Brinque de ser sério e leve a sério a brincadeira”, quer saber, acho que isso nem combina comigo....hahahaha.

Então fico lá no meu esconderijo, nem tanto de bobeira, ando pintando uns desenhos para a EBD Infantil, isso é terapia, muito bom mesmo, não é assim “Nossa como ela pinta bem”, mas as crianças acham lindo, e elas achando ninguém mais precisa. E tenho “perdido” um tempinho assistindo uns filmes, o que tem me proporcionado umas boas gargalhadas, já que prefiro os desenhos, bem mais ligth, ontem foi “Os incríveis” caraca! resumindo, o filme é incrível, bão demais da conta! Hehehe, mas não ficarei só nas gargalhadas, vamos colocar suspense e aí a coisa ficará melhor ainda!

E chega desse “colóquio flácido para acalentar bovino”, tá pensando que a vida é só brincadeira, hein??? Ah deixa aí o que você pensa! Se não pensa nada, deixe assim mesmo! hahaha




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